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Meu slidshow

Segunda-feira, Setembro 11, 2006

Terra do silêncio



Abragão

No reino do silêncio
Nasce a lua envergonhada
Num silêncio que arrepia
Numa terra mal acordada
Onde a noite abafa o dia
Chegou a hora de recolha
A lareira não aquece
É noite na minha aldeia
Uma esponja suga o ruído
É assim que acontece.

10 comentários:

Paula Raposo disse...

Bonito poema, Alexandre! gostei. Beijinhos.

cat disse...

da vontade de conhecer!tens o dom da palavra!beijinho!

Kalinka disse...

OLÁ AMIGO

HOJE é um dia muito especial para mim. Visita-me.

Continuação de boas férias.
Beijokas.

Musician disse...

Sempre lindas palavras ah! :)

Beijoca*

Sandra Daniela disse...

Lindo Alexandre!...Parabéns!

dulce disse...

Lindo, amigo!
Um beijinho para ti.

luna64 disse...

Apesar do silêncio
de uma lua envergonhada,
de uma lareira que não
aquece...
lá bem no fundo dessa tua
aldeia, existe uma calor imenso
calor humano que raramente se encontra neste mundo que vivemos!
Calor, que consegue aquecer corações,casas vazias, longas noites frias e sombrias....
E como é saboroso
sentir essa noite caindo numa aldeia fria e pura.

Parabéns gostei muito do teu blog.
Luna64

A. disse...

Desculpa meu querido Sais...ás vezes já não sei por onde me virar.tenho estado fora,mas agora de volta e sem muito tempo nem grandes palavras pra entregar.Quero dar coisas bonitas...e se não me sinto capaz,tento sempre deixar para um outro dia.E o tempo vai passando...como passa depressa o tempo meu querido Alex.já faz um ano que por aqui apareci...depois fui embora e lá fui voltando lentamente.
Chegou o Outono...e tanta folha por cair ainda.

Um abraço e um grande beijinho...espero que te
encontres bem.Espero que
existam sorrisos por aí.
Sempre amiga...ana.

Anónimo disse...

Alexandre
Eu sou aquele amigo de casa da Botica que ouvia-te a contar histórias sobre pássaros e para conhece-los era necessários cça-los para aprendermos mais sobre a sua parte estrutural.Quando viamos que eram todos iguais na estrutura encantava-nos o se canto,esse sim todo diferente e que marcou as nossas recordações.Sabes quem fala?
No próximo comentário eu digo quem sou.

alexandreferreira14258@gmail.com disse...

Amigo! Quantos ainda sorarão da casa da Botica? Franacasmente escrever aqui um nome seria sempre injusto. Mas é obvio que será um prazer imenso descobrir qual deles és! Podia dizer o Jonas, o Pedro, o Zé,o Nuno, o Paulo ou até mesmo o Zé Maria...
São tantos. Que belos tempos foram, esses da época em que eramos por umas férias inteirinhas
amigos de brincadeiras sem fim.
MAs acredito que até possa estar enganado e nem pertenças a familia Corte Real... Aviva-mea memoria que estou mesmo cheio de curiosidade... Os anos passam as vidas fluem e o tempo vai levando bocados de nós.
Deixo aqui o meu abraço desde já para ti.

Menina bonita